União Desportiva Vilafranquense, Futebol SAD

União voltou a pecar na finalização e não conseguiu o triunfo perante um bem organizado Académico de Viseu.


Depois do saboroso empate na Choupana, conseguido a escassos segundos do final, a União Desportiva Vilafranquense regressava a Rio Maior com um único objetivo em mente: os três pontos. Do outro lado apresentava-se o Académico de Viseu, que vinha de três jornadas consecutivas a pontuar. Motivos mais do que suficientes para esquecer o tempo nebuloso que se fazia sentir, e ir ‘à bola’.

O Nosso Onze Inicial

Em relação ao último encontro, Rui Borges optou por levar a cabo apenas uma alteração, fruto da ausência forçada de Ricardo Dias (quinto amarelo), e que abriu espaço para Bernardo Martins no onze inicial.

Depois de ter precisado de horas extra na Madeira, o conjunto Unionista queria entrar de maneira mais impositiva frente ao Académico. E assim foi. Depois de uns minutos iniciais de algum domínio com bola da turma Beirã, o Vilafranquense começou a crescer na partida e a partir dos 10 minutos ‘encostou’ o Académico à sua defesa. A juntar a isso, houve ainda um par de oportunidades conseguidas à custa de uma pressão mais alta e intensa da União.

Porém, o jogo não estava para grandes desperdícios e o Académico, revelando uma boa dose de eficácia, colocou-se na frente do marcador à passagem do minuto 19. Gautier Ott ganhou a corrida pelo flanco esquerdo, cruzou tenso e o desvio de Fábio Duarte foi insuficiente para evitar o toque certeiro de Massimo para o fundo das redes. Na resposta a União conseguiu maior fluidez na circulação de bola e com meia hora de jogo poderia mesmo ter empatado com um remate à barra de Edson Farias. Não marcou o Vilafranquense…marcou o Académico. Livre descaído para a esquerda, Famana Quizera cruza tenso para o primeiro poste e o capitão Ícaro cabeceia para o segundo dos Viriatos. Um duro golpe para os Ribatejanos, que estavam, por essa altura, por cima do jogo. Mas ainda antes do intervalo houve tempo para reativar a esperança. Passe longo de Ceitil, inteligência de Nenê a procurar a desmarcação nas costas do central e a rematar com toda a potência. Estava feito o 1-2, resultado com que se viajava para o intervalo.

Confiança – Um golo perto do intervalo reativou a esperança Unionista (Foto: UD Vilafranquense, Futebol SAD)

Depois de uma primeira parte bem conseguida, mas pouco eficaz, a União entrava nos segundos 45 minutos com vontade de alcançar o empate. Para tal, a formação Ribatejana perfilou-se com mais energia na etapa inicial do segundo tempo. Que o diga Bernardo Martins, que esteve em evidência aos 61 minutos – ao cabecear uma bola bem cruzada por Sílvio – e depois aos 67 minutos, quando decidiu ‘furar’ pela área e cruzar para Nenê (só mesmo o desvio milagroso do defesa Beirão evitou o empate). E se o cenário da igualdade já se avizinhava complicado, pior ficou a cinco minutos do final, quando Clóvis surgiu isolado na cara de Fábio Duarte e rematou à meia volta para o terceiro. Até ao final, Nenê voltou a visar a baliza defendida por Gril, que se mostrou novamente em grande plano e confirmou mesmo a derrota da União.

União – Seguimos juntos para os próximos desafios (Foto: UD Vilafranquense, Futebol SAD)

O próximo encontro da União Desportiva Vilafranquense será frente ao Estrela da Amadora, na segunda feira, dia 31 de outubro.

Nenê

Outubro 24, 2022
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